Livreto | Admissão às Ordens Sacras do Seminarista João [-Sr.Rock-]


ADMISSÃO ÀS ORDENS SACRAS
 
29/01/2026

CANTO DE ENTRADA

EIS-ME AQUI SENHOR!
EIS-ME AQUI SENHOR!
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
EIS-ME AQUI SENHOR!

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ
POR CAMINHOS NUNCA VISTOS ME ENVIOU
SOU CHAMADO A SER FERMENTO SAL E LUZ
E POR ISSO RESPONDI: AQUI ESTOU!

EIS-ME AQUI SENHOR!
EIS-ME AQUI SENHOR!
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
EIS-ME AQUI SENHOR!

ELE PÔS EM MINHA BOCA UMA CANÇÃO
ME UNGIU COMO PROFETA E TROVADOR
DA HISTÓRIA E DA VIDA DO MEU POVO
E POR ISSO RESPONDI: AQUI ESTOU!

EIS-ME AQUI SENHOR!
EIS-ME AQUI SENHOR!
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
PRA FAZER TUA VONTADE
PRA VIVER NO TEU AMOR
EIS-ME AQUI SENHOR!

ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Mt 9,38)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós. 
Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós. 
Pres.: Senhor, que intercedeis phor nós junto do Pai, tende piedade de nós.
℟.: 
Senhor, tende piedade de nós. 

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Deus, quisestes prover de pastores o vosso povo; infundi na Igreja o espírito de piedade e fortaleza, que suscite dignos ministros do vosso altar e pregadores do Evangelho corajosos e mansos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
(Is 6, 1-2a. 3-8)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura:
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. Havia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas. Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 23(24), 1-2.3-4ab.5-6)

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão:
— É assim a geração dos que procuram vossa face, ó Senhor.

— Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam;  porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.

— “Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?” “Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime.

— Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador”. “É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face”.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige:
℟.: Aleluia, aleluia, aleluia.
Se alguém quer me servir, que venha atrás de mim, e onde eu estiver, ali estará meu servo. (Jo 12, 26)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Mc 1, 14-20)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho:
℣.: Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!” E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Sentam todos, e o Bispo faz a homilia, que termina, dirigindo-se aos próprios aspirantes.

A homilia conclua-se da seguinte forma:
Pres.: Agora, pois, impulsionado pelo amor de Jesus Cristo e fortalecido interiormente pela ação do Espírito Santo, chegaste ao desejo de manifestar publicamente o vosso propósito de consagrar-te ao serviço de Deus e da humanidade. Com alegria acolhemos a manifestação deste teu desejo. Portanto, ao ser chamado pelo próprio nome, aproxima-te para manifestar o teu propósito diante da Igreja.

CHAMADO DO ASPIRANTE

O Diácono ou o Presbítero designado para isso chama o aspirante pelo nome. Este responde:
Aspirante: Presente!
E aproxima-se do Celebrante, a quem faz uma reverência.

PROPÓSITO DO ASPIRANTE

O Celebrante o interroga com estas palavras:
Pres.: Caro filho, os pastores e os mestres encarregados de vossa formação, assim como as pessoas que te conhecem deram de ti um bom testemunho, no qual confiamos plenamente. 
Queres, respondendo ao chamado de Deus, completar a preparação que te tornará apto para receber oportunamente o ministério da Igreja pela sagrada Ordem?
Candidato: Quero!

Pres.: Queres preparar vosso coração de tal maneira que possas servir fielmente ao Cristo, Senhor nosso, e a seu corpo, que é a Igreja?
Candidato: Quero!

Pres.: A Igreja recebe com alegria o teu propósito. Deus, que o inspirou, te de a graça de realizá-lo.

O Celebrante e todos os demais se levantam. O Bispo depõe a mitra e o báculo, se os usar. 

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, roguemos a Deus e Senhor nosso que derrame a graça de sua benção sobre este vosso servo que deseja consagrar-se ao serviço da Igreja.
℟.: Senhor, escutai a nossa prece.

1. Para que este nosso irmão se una mais estreitamente a Cristo e possa ser sua testemunha no mundo, roguemos ao Senhor.

2. Para que possa assumir as preocupações das pessoas e ouvir sempre a voz do Espirito Santo, roguemos ao Senhor.

3. Para que se torne ministro da Igreja, confirmando na fé os seus irmãos e irmãs pela palavra e pelo exemplo e reunindo-os para a participação na Eucaristia, roguemos ao Senhor.

4. Para que Deus envie operários à sua messe e os cumule com os dons do Espirito Santo, roguemos ao Senhor.

5. Para que todos os seres humanos cheguem a plenitude da paz e da justiça, roguemos ao Senhor.

6. Para que todos os nossos irmãos e irmãs que sofrem, participando da paixão de Cristo, alcancem a liberdade e a saúde, roguemos ao Senhor.

Pres.: Tudo isto vos pedimos, por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.


LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

VOU LEVAR A DEUS NO ALTAR MEUS DONS,
O BEM QUE PRATIQUEI E MEUS DESEJOS BONS. 

SOBRE O ALTAR OFERECEMOS PÃO E O VINHO AO SENHOR,
COMO O CRISTO RECEBEU COISAS SIMPLES DO PASTOR!

VOU LEVAR A DEUS NO ALTAR MEUS DONS,
O BEM QUE PRATIQUEI E MEUS DESEJOS BONS.

OS REIS MAGOS LHE TROUXERAM SEUS PRESENTES DE VALOR:
SENDO IGUAL O CORAÇÃO VALE O REI, VALE O PASTOR!

VOU LEVAR A DEUS NO ALTAR MEUS DONS,
O BEM QUE PRATIQUEI E MEUS DESEJOS BONS.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Senhor, acolhei benigno as orações e as oferendas do vosso povo, para que se multipliquem os dispensadores dos vossos mistérios e perseverem sempre no vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.:  Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, por vosso amado Filho, Jesus Cristo. Ele é a vossa Palavra, pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, que se encarnou pelo Espírito Santo e nasceu da Virgem Maria. Ele, para cumprir a vossa vontade e adquirir para vós um povo santo, estendeu os braços na hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por isso, com os Anjos e todos os Santos, proclamamos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo
SANTO, SANTO, SANTO! 
SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM, VOSSA GLÓRIA, HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO! 
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO! SENHOR!

Ou, para a recitação:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia santíssimo em que a Virgem Maria deu ao mundo o Salvador;  que ela cresça na caridade, em comunhão com o nosso Bispo Tiago, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

O sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

Pres.: Senhor, Deus de bondade, concedei que este vosso servo conheça e viva, cada dia com maior perfeição, o mistério do vosso amor. Fazei que ele se prepare com docilidade para exercer na Igreja o sagrado ministério, a fim de que, penetrado pelo espírito de vossa caridade, se dedique à salvação dos irmãos para glória do vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor. 
℟.: Amém.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO,
O PECADO DO MUNDO, DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A  VOSSA PAZ!

Ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

LONGE, DISTANTE DE CASA,
O MENINO NASCEU:
DOR E ALEGRIA TÃO JUNTAS,
NOSSO DEUS CONHECEU

ENTÃO CHEGARAM PASTORES,
TRAZENDO O SUOR DO TRABALHO,
SIMPLES NA POBREZA,
NUM SORRISO O MAIS NOBRE AGASALHO.

LONGE, DISTANTE DE CASA,
O MENINO NASCEU:
DOR E ALEGRIA TÃO JUNTAS,
NOSSO DEUS CONHECEU

E NÓS TAMBÉM ACORREMOS,
QUEM PODE ESQUECER O MENINO?
QUIS MORAR CONOSCO,
DESVELOU-NOS O NOSSO DESTINO.

LONGE, DISTANTE DE CASA,
O MENINO NASCEU:
DOR E ALEGRIA TÃO JUNTAS,
NOSSO DEUS CONHECEU

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. 1Jo 3,16)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Jesus deu a sua vida por nós. Portanto, também nós devemos dar a vida pelos irmãos.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Alimentados com o pão da mesa celeste, nós vos pedimos, Senhor: por este sacramento do amor, fazei amadurecer as sementes que lançastes com grande largueza no campo da vossa Igreja, a fim de que muitos escolham vos servir nos irmãos e irmãs. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

ANTÍFONA MARIANA

AVE, RAINHA DO CÉU;
AVE, DOS ANJOS SENHORA.
AVE, RAIZ, AVE, PORTA,
DA LUZ DO MUNDO ÉS, AURORA.

EXULTA, Ó VIRGEM TÃO BELA;
AS OUTRAS SEGUEM-TE APÓS.
NÓS TE SAUDAMOS: ADEUS!
E PEDE A CRISTO PHOR NÓS!

VIRGEM MÃE, Ó MARIA!
VIRGEM MÃE, Ó MARIA! 
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